01/02/17

Testes de Benchmarks - os anos passam mas ainda existe empresas que manipulam os testes de Benchmarks

 Testes de Benchmarks - os anos passam mas ainda existe empresas que manipulam os testes de Benchmarks

 

No passado, empresas como a Samsung, HTC, Asus e LG foram acusadas de manipular testes em benchmarks para favorecer os seus próprios equipamentos. É normal que a mídia e alguns utilizadores usem os números obtidos por ferramentas de testes para medir a potência do hardware de um novo smartphone.

Depois de descoberta a farsa, estas empresas deixaram de tentar manipular os resultados em testes de benchmarks. Mas estamos em pleno 2017 e para nossa surpresa foi descoberto que algumas fabricantes andam a jogar de forma pouco limpa nestes testes, como é o caso das chinesas OnePlus e Meizu.

Quando abrimos um app no smartphone, o funcionamento normal é que a CPU e GPU aumentem as suas frequências de operação para assim conseguir no menor espaço de tempo possível abrir todos os processos necessários para executar a aplicação. O problema é  a OnePlus adulterou o código para que a frequência de operação sempre fique no máximo, especialmente em benchmarks como o GeekBench.

 diferença entre resultados de benchmarks com e sem batota

Como consequência disso é que temos resultados de todo artificiais e que não condizem com o verdadeiro potencial do equipamento, já que  quando usado normalmente o OnePlus 3T não mantêm a velocidade máxima por muito tempo para evitar super aquecimento e o rápido consumo de bateria.

E não ficamos apenas pela OnePlus, a Meizu também têm praticado tal conduta com o Pro 6 Plus.


 O pessoal do fórum XDA entrou em contacto com a OnePlus e questionou a empresa sobre a manipulação de benchmarks e a empresa respondeu o seguinte:

Para dar aos utilizadores uma melhor experiência em aplicativos e jogos intensivos, especialmente aqueles com gráficos avançados, certos mecanismos foram implementados na atualização do Android Nougat que permite acionar o processador para executar de forma mais agressiva. O processo de disparo para aplicações de benchmarking não estará presente na próxima OxygenOS para os modelos OnePlus 3 e OnePlus 3T.

Pela resposta da empresa chinesa, a ferramenta que força o hardware do smartphone vai continuar presente, mas não vai afetar futuramente os resultados de benchmarks. Será que a Meizu também vai fazer o mesmo?







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